sinto-orgulho-diz-walcyr-carrasco-sobre-verdades-secretas-558232ce07577_thumbQuerido Walcyr;

Acabei de ler sua mensagem no Twitter: “Passando só pra dizer que estou com saudade de ficar aqui com vocês!!! Boa Noite!!!”

Enquanto você me dava boa noite, vim aqui escrever, estou te devendo esse texto há semanas! Mas, sabe como é; vida de operária assídua e decidida em prol de uma causa psicanalítica, é dura amigo! Não temos hora certa de terminar a clinicar, vivemos estudando textos e mais textos, às vezes (quando não sempre) Freud, Lacan e outros são difíceis de serem lidos, relidos, estudados, mas…como dizem “ninguém escolhe ser psicanalista”. Eu acredito!

É um ofício que de fato não escolhemos! Já escrevi isso em outros textos, inclusive alguns deste blog. SER PSICANALISTA é uma arte! Uma arte de escutar, de se fazer presente enquanto função, ritmo, respiração, voz e ao mesmo tempo ser anônimo.

Não sei se existe uma formação, do tipo: “Formei- me analista”, mas sim, talvez no fim de uma análise produziu-se um analista. Na verdade esbarramos na psicanálise por um motivo qualquer, assim aprendemos a fazer algo com nosso sinthoma!

Não desejei ler sua coluna, muito menos outros blogs para escrever esse texto – carta para você. Não quis me contaminar. Porque na verdade, como psicanalista, acredito numa escrita singular, que só diz respeito a quem escreve. Sei, que na hora que jogar esse texto da rede, terão 1001 interpretações, das quais muitos irão tentar me interpretar e claro – de forma errada!

Nisso, concordo com Lacan, quando o criticaram por escrever os “Escritos” e dizer que o mesmo era incompreensível – ele então classudamente responde: “Não escrevo para ser compreendido” – o que não deixa de ser uma verdade. O texto tem a ver com o autor que escreve e naquele exato momento, bem como o leitor. Ao ler, as palavras vão ganhando sentido a quem ler, naquele momento. Não é “do nada” que voltamos mais de “não sei” quantas vezes ao mesmo texto e cada vez, vamos encontrando coisas mais.

Nessa atividade do encontro entre a escrita e o leitor, me sirvo de Freud (1908) para lhe dizer que ao “ler” Verdades Secretas – encontrei em você um autor, para além do que Freud (1908) denominou – Escritores criativos; você já deve ter lido esse texto de Freud; mas, não custa relembrar:

Inicialmente devemos estabelecer uma distinção, separando os escritores que, como os antigos poetas egípcios e trágicos, utilizam temas preexistentes, daqueles que parecem criar o próprio material. Vamos examinar esses últimos (Freud;[1908],1996,p,139).

Esses últimos, são os denominados por Freud (1908); Escritores criativos, aqueles que em suas criações um aspecto salienta-se: todas as histórias possuem um herói, centro de interesse, para quem o autor procura de todas as maneiras possíveis dirigir a simpatia.

O sentimento de segurança com que acompanha esse herói através de suas perigosas aventuras é o mesmo com que acompanhamos o herói da vida real que atira-se à água para salvar um homem que se afoga, ou se expõe à artilharia inimiga para investir contra uma bateria.

Pois bem, porque digo que você está para além dos Escritores criativos? Óbvio, você está no super, super, super criativo. Não há heróis em sua trama, bem como não há bandidos, muitos menos vilões, nem tão pouco mocinhos. Há sim: Sujeitos! Há sim o humano sendo retratado de uma delicadeza e maestria que até o momento ainda não tinha visto na televisão; o sujeito psicanalítico desmitificado.

Sim, é desse sujeito que escrevo, pois ele é o alvo das minhas pesquisas!

Acredite tomei um susto, quando no primeiro dia assisti Verdades Secretas, já peguei a novela andando, lá pelo meado de junho, por isso que tive que assistir no Gshow os capítulos que perdi, às vezes por conta do meu horário de consultório não posso estar “twittando” como você, mas depois desse dia no meado do mês junho… quando perco um capitulo? Assisto depois.

Por que tomei susto? Porque estava assistindo em plena TV brasileira aberta um sujeito do ponto vista psicanalítico, onde as questões da ex-sistência do sujeito foram excluídas da dicotomia – normal e patológico.

Então pensei; esse cara leu Lacan! Venho tentando chegar ao último Lacan onde não há mais essa questão da estrutura clinica: Neurose, Perversão e Psicose – comecei a esboçar sobre essas questões no meu primeiro livro Paranoias nos capítulos sobre: A Foraclusão Localizada, O Caso Schereber e O Homem dos Lobos mas, ainda estou caminhando.

E nesse meu caminhar… considero sim, que Lacan fez a psicanálise avançar, ao considerar o sujeito com o desejo; o neurótico, o perverso e até mesmo o psicótico podem fazer parte de uma estrutura normal.

Em Verdades Secretas, os sujeitos que habitam a trama, são sempre duvidosos e podem surpreender!

verdades secretas nuMais parece a clínica psicanalítica na tela do que qualquer outra coisa! Sua h(y)stória não é o book Rosa, adorei você no Altas Horas dizendo que não entendeu porque as pessoas se ofenderam. Ora, ora… em todo bastidor qualquer que seja ele, tem, deve ter os “books” Rosa.

Sua novela, não é disso que ela trata – mas sim, de um sujeito (no caso dos personagens) na psicanálise e sua própria divisão como sujeito, constituindo-se na razão essencial para que possa habitar em lalíngua e sofrer seus efeitos. Uma condição que os mantêm em permanente nostalgia por ter perdido uma condição idealizada e narcísica por ter sido uma vez completo no imaginário.

Quando escrevo dessa forma, vejo que todos os personagens aparecem em sua novela. A trama não restringe a Alex (Rodrigo Lomabrdi) e Angel (Camila Queiroz). Há muito mais que um cara gostoso comendo ninfetas nessa trama!

Há uma mãe, Carolina (Drica Morais) e significante melhor, você não poderia encontrar para nomear essa mãe – Carolina – Carola… e por aí… devaneios e fantasias mil.

Mesmo Carolina, nem ela é tão boa assim quanto acham que a mesma é!

Esse “discursinho” de melhor amiga da filha?!? Conversa afiada!!!!! Não existe isso – relação mãe e filha é ambivalente, complicada e esse discurso manifesto da “melhor amiga”, oculta é uma forma de repressão – pois não há pior sentimento do que a culpa!

2015-07-03-angel-camila-queiroz-novela-verdades-secretasE Carolina é mãe devoradora da psicanálise! Uma mãe “suficientemente cheia de ódio” (Benhaim, 2007) – o real do ódio é o impossível da fusão, ódio essencialmente narcísico, não tendo outra função, além de mascarar a castração lembrada à mãe pela alteridade da criança.

Acho que não preciso exemplificar essa parte, mas na dúvida; vamos lá: Em todo o discurso de Carolina está presente um amor em demasia com relação a “Letinha” que tampona sua não conclusão do curso de Sociologia e outras coisas mais.

Letinha, Angel – como deseje chamar, é essa filha que deseja se separar da mãe – certa ela! Até porque é somente quando a separação se dá, ambos, mãe e filha (ou filho), podem estabelecer uma relação objetal.

Entre ambas, existe Alex! O gostoso! Hora nenhuma achei aquele cara perverso! Um sujeito embaraçado, como diversos homens, que não sabem o que fazer com o falo. Não duvido que ele seja fálico. Fálico, ele é! Mas não adianta ter pênis, dinheiro, poder, se não sabe o que fazer com eles.

visky verdades secretas análiseWalcyr… você dá um beijinho no ombro de todos que ainda não entenderam o que é sexualidade. Pega Visky (Rainer Cadete) e Lourdeca (Dida Camero) para compor uma cena onde você está dizendo ao publico que goza-se de todas as formas e como é possível!

Você pega o fetichismo e coloca na tela – sem ser didático; você com esses dois personagens, diz: Tanto um homem como uma mulher são capazes de atrelar seus desejos aos mais variáveis objetos.

Em psicanálise, não falamos nem de gênero, nem anatomia. Na psicanálise a anatomia, nunca foi o destino, mas sim, a posição que cada um ocupa na dinâmica do sexo, bem como cada um goza com seu corpo. E o sentido do gozo em psicanálise é amplo – você sabe disso. O sujeito goza por todos os poros, vias, etc.

Quando escrevo que você está para além dos Escritores Criativos, é nesse sentido, não é um personagem que chama atenção; mas todos, até o simples, discreto e educado ginecologista – obstetra, um personagem que poderia ser inexpressivo, será ele… quem fará o aborto da Pia (Guilhermina Guille).

E Pia? Ora, ora, adoro os significantes que você arranjou para essas Verdades nada Secretas. Pia… é uma pia mesmo! Retrato de muitas dondocas alheias que não se separam de seus (ex) maridos!

Sim, separar significar cortar vínculos! Ainda que existam filhos, a relação que se estabelece é entre os filhos e quem se possa chamar de pai ou mãe. Não uma mulher ser bancada, sustentada pelo ex-marido. Mas, obvio, separar, para muitas implica em perder, numa sociedade capital, onde não se quer perder nada… ainda há muitas Pias pela vida que são sustentadas por seus ex-maridos.

Com Pia vem Giovanna (Agatha Moreira) que faz o papel de emergir o que há de pior na família. Mas o papel dela é esse: desvendar e dizer o pior que há na h(y)stória.

Ainda com Giovanna paramos na Escola “riquinha” da Paulicéia, ali, se presencia, não só cenas de bullying entre os colegas bem como o discurso capitalista na Educação. Não raro um professor já deve ter escutado as coisas que aquela “pobre” professora escuta; seja dos alunos ou da própria direção no ensino privado (prefiro escrever assim – amplia a dimensão – as Universidades Privadas podem e devem ser incluídas nesse discurso).

Se pensarmos o capitalismo como sistema, o núcleo da “melhor idade” é muito bem retratado. Os professores aposentados no Brasil? Vivem essa realidade!

Trabalham anos, acreditam em um ideal da Educação, mas se já são desvalorizados quando estão na ativa? Aposentados então…

img-690272-grazi-massafera-em-verdades-secretas20150819121439998030E é pensando nas pessoas de certa idade, muitas vezes, não mais valorizadas, preciso citar um psicanalista baiano, que escreveu um livro Os discursos na Psicanálise – a sensação que tenho ao ver Larissa (Grazzi Massafera) – é o discurso do a-viciado com forma e corpo naquela personagem.

Segundo Souza (2008) o discurso do a-viciado, é uma produção que vem dar conta à diferentes condições que afetam o sujeito do inconsciente e alguma de suas vicissitudes. Ainda no prefácio para uma segunda edição, Souza (2008) assinala aproveitar a ocasião para reafirmar que o discurso do a-viciado não corresponde a um dispositivo que possa contemplar o uso eventual ou mesmo com alguma constância de uma droga ou que venha dar conta do atos ou ações compulsivas que possam servir de proteção contra o desejo. “Não ceder ao desejo” é a formulação de ética contemplada pelos próprios discursos radicais.

Ainda Souza (2008) pontua, se cada discurso escreve um tipo de laço social particular, o discurso do a-viciado é dispositivo de letras, uma organização tipológica e topológica onde mesmo estabelecendo um limite de gozo, revela a condição devastadora que sob certas condições estruturais e discursivas uma determinada face do objeto pode causar ao sujeito, fazendo – o gozar além ou aquém do gozo fálico e, sobretudo, sem qualquer controle.

O discurso do a-viciado é um laço social que desconsidera o desejo e, como tal, ultrapassa a estrutura do fantasma fundamental. Ele vem instituir uma condição em que o objeto “escolhe” seu usuário, determinando-o em ato, de qualquer traço identificatório e ainda deslocando – o de seus ideais. Trata-se de uma condição estrutural em que um determinado objeto se impõe ao sujeito, tornando-o um a-viciado. (Souza, 2008,p.10)

Souza (2008); aprofunda essa questão, no capítulo: Duas Exceções dos Discursos Radicais; não basta apenas dizer que é o objeto que “escolhe” seu usuário; ele aprofunda sua teoria ao dizer que diferente dos “discursos radicais” e mesmo do discurso do capitalista; o discurso do a-viciado é uma escritura que possa definir um dispositivo que venha dar conta de “uma patologia de certos laços sociais” – em nota de rodapé, não esquece de mencionar: “uma patologia de certos laços sociais” é expressão usada em certo momento por Juan-David Nasio, quando o mesmo lhe apresentou um esboço desse capítulo. “Uma patologia de certos laços sociais” que interferem na ex-sistência do sujeito.

“Algo que possa dar conta de certas formas de patologia que tem se acentuado na contemporaneidade, embora de uma maneira geral tenham existido sempre”. (Souza, 2008,p.167).

Eis Larissa e tantos outros que encontram-se nesse discurso, acho que se Souza (2008) por um acaso ler esse texto irá dizer com seu tom maroto mesmo no auge dos seus setenta e poucos anos: “Muita calma nessa hora, a novela ainda não terminou para você está fazendo esse tipo de leitura…” (risos) mas, até então é o que a tela está mostrando.

Verdades-Secretas novela globo

Instalou-se ali, naquela personagem uma condição ambígua em sua ex-sistência. Se por um lado, o a-viciado deixa de fazer escolhas e é seqüestrado pelo “objeto”, em contrapartida, mantém a ilusão de suas escolhas. O que desconhece, é que sempre capitula, abaixa as armas diante desse “objeto” de natureza “enfeitiçada”, sem o qual não consegue viver.

Este fato de estrutura e de discurso desenvolve-se quase como um delírio, favorecendo a ilusão de que pode “saber” sobre a verdade do gozo que esse “a-objeto” lhe causa e algum benefício que pode tirar de seu uso. É a maneira que o a-viciado encontra para se harmonizar nessa posição de usuário com traços de dependência (Souza, 2008, p.189).

O a-viciado perde seus limites, o “a-objeto” adquire dominância, poder, paixão, que o seqüestra e o fagocita. Esse fato de discurso vai colocá-lo no nível mais radical de seu desvelamento, já que perde sua subjetividade e se transforma num “sujeito puro gozo”. Concordo com Souza (2008), nestes casos, talvez se possa dizer que o sujeito desidentifica-se, perde suas referências simbólicas e se afasta da Lei, das normas, deveres, valores.

À margem da Lei e sem qualquer garantia simbólica que o estabilize, determina também no “objeto” uma modificação do seu valor de troca para um valor de uso exacerbado. Procura realizar quase sempre novos tipos de laço social. Trata de efetivá-los através de grupos, bandas, “tribos”, desenvolvendo assim, relações idealizadas ou místicas entre seus pares e, sobretudo, com o próprio “a-objeto”, que pode mesmo tomar uma vertente “sagrada”.

Mesmo que estes diferente “objetos” sejam considerados como uma “fonte do bem”, eles se realizam para o a-viciado como uma “fonte do pior”, a prática psicanalítica não cansa de revelar que o bom e o mau não se separam e o que sustenta o desejo é o horror…

Então Walcyr, espero que este texto-carta não “Seja Roubada” e chegue ao destinatário (ou não…) claro essa passagem é uma metáfora O seminário sobre “A carta roubada” (risos!), lhe parabenizo, por sua implicação com a psicanálise, por sua capacidade de revelar Verdades Secretas para alguns; que precisavam ser reveladas.

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Foto: Instagram/SergioPenna

Óbvio, como psicanalista, para mim é mais acessível ler seu texto, não sou a mulher entendida de tudo, não estudei artes cênicas, não fiz curso de direção, mas, pelo mínimo que entendo da dramaturgia… jamais posso deixar de citar Mauro Mendonça Filho na direção e Sergio Penna como preparador de elenco.

Sergio Penna meu querido, se algum dia eu desistir de ser psicanalista (o que acho meio difícil)… eu arrumo minhas malas, parto a mil ao seu encontro! Porque… os talentos que você revela… Já te acompanho desde “Bicho de Sete Cabeças”.

Maurinho, eis que você carrega o mesmo significante do pai não é? Mas parabéns!!! Você soube se reinventar de tal forma, que você não é mais o filho do Mauro Mendonça; mas sim; o Mauro Mendonça que a essa altura com orgulho já deve ter “virado” o pai de Mauro Mendonça Filho.

Preciso terminar esse texto… interminável, concordando com Jô Soares – ô homem brilhante não é? Eu me senti super honrada em ter sido convidada dele em 2012, ocasião do lançamento do meu primeiro livro – foi Jô Soares quem me descobriu! Tenho um carinho super especial por ele! Um lord… um fofo, não durmo sem ele! Então… ei de concordar com ele: Vocês fizeram um novo formato de televisão, em canal aberto… administrar isso num tempo do “só depois”?… vocês devem saber o que fazer com o sin-thoma de vocês!

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REFERÊNCIAS:

BENHAIM, Michèle. A Mãe “Suficientemente cheia de Ódio”. In: BENHAIM, Michèle. Amor e ódio: a ambivalência da mãe. – Rio de Janeiro: Cia de Freud, 2007;p.17-41.
FREUD, Sigmund. Escritores Criativos e Devaneios. In: FREUD, Sigmund. Obras psicológicas completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. – Rio de Janeiro: Imago, 1996; p.135-143.
FREUD, Sigmund. Três Ensaios Sobre a Teoria da Sexualidade (1905). In: FREUD, Sigmund. Obras psicológicas completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. – Rio de Janeiro: Imago, 1996; p.120-254.
LACAN, Jacques. Seminário, livro 1. Os escritos técnicos de Freud. (1953-1954). – Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1986.
_______________.Seminário, livro 17. O avesso da psicanálise (1969-1970). – Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1992.
_______________Seminário livro 18: de um discurso que não fosse semblante (1971). – Rio de Janeiro: Jorge Zahar, Ed, 2009.
________________Seminário livro 19: ...ou pior. (1971-1972). Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2012.
_______________Seminário livro 20: mais, ainda. (1972 – 1973) 3ed. – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 2008.
______________ O Seminário, livro 21: R.S.I. (1974-1975). Inédito.
______________.O seminário, livro 23: o sinthoma. (1975 – 1976). – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 2007.
______________O Seminário, livro 24: L'insu que sait de l'une bévue s'aile à mourre. (1976 – 1977). Inédito;
______________.Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998.
LAGO, Clarissa. A Foraclusão Localizada. In: Paranoias. LAGO, Clarissa & MARQUES, Marisa. Paranoias. Salvador – Ba: Editora JusPodivm, 2012;p.51-67.
LAGO, Clarissa. O Caso Schreber: A História de um doente dos nervos que realmente dá nos nervos!. In: Paranoias. LAGO, Clarissa & MARQUES, Marisa. Paranoias.Salvador – Ba: Editora JusPodivm, 2012; p.69-81.
LAGO, Clarissa. O homem dos Lobos: Será mesmo que Freud errou?. In: Paranoias. LAGO, Clarissa & MARQUES, Marisa. Paranoias. Salvador – Ba: Editora JusPodivm, 2012; p.117-143.
SOUZA, Aurélio. Prefácio para uma Segunda Edição. In: SOUZA, Aurélio. Os discursos da psicanálise. – Rio de Janeiro: Cia de Freud: 2008;p.4.
SOUZA, Aurélio. As duas exceções dos discurso radicais. In: SOUZA, Aurélio. Os discursos da psicanálise. – Rio de Janeiro: Cia de Freud: 2008;p.153-195.

Written by Clarissa Lago

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